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CENTRO DE COMPOSTAGEM VEGETAL É INOVAÇÃO NO MUNICÍPIO

Durante esta semana, a secretaria municipal de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente, deu início às atividades de descarte vegetal no centro de compostagem, que fica situado à rua Helvídio Menezes, esquina com a rua José Soares de Oliveira, no loteamento Residencial Novo Horizonte, no bairro Nova Esperança.
Conforme informações do secretário municipal de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente, Arthur Rezende Delfim, o objetivo desse centro é reduzir o volume de material enviado para o aterro e produzir composto orgânico, diminuindo os custos do município.
“Com essa iniciativa, queremos converter toneladas de material das podas de árvores em adubo para ser utilizado pela prefeitura e por toda a população como fertilizante”, ressaltou.
No local, poderá ser descartado qualquer material vegetal (árvores, galhos, folhas), desde que não tenha pedras e nem lixo. Ressaltando que a população já pode realizar o descarte no local reservado, desde que obedeçam as normas exigidas.
Ainda segundo ele, a produção desse material será utilizado no município e doado através da Moeda Social, que é um instrumento para beneficiar a população que a utilizará também para adquirir mudas para o viveiro e adubo orgânico totalmente de forma gratuita.
Na oportunidade, Delfim adiantou que nesse centro de compostagem, planeja implantar ainda a horta comunitária, o programa de lixo zero e uma usina de reaproveitamento de resíduos da construção civil, além de um corredor de árvore e um parque.
Ele destacou que o viveiro está, atualmente, instalado no presídio; no entanto, o acesso ao local, por questões óbvias de segurança, é sempre muito difícil e as mudas não estão acessíveis para a população. Dessa forma haverá mais disponibilidade para doação.
Doações de materiais
O secretário do Meio Ambiente destacou a importância do apoio da iniciativa privada para a construção desse galpão e alambrado.
“Já avançamos bastante no diálogo com algumas empresas. Nosso centro de compostagem será capaz de receber e reutilizar a película do café trabalhando na prática a ideia da logística reversa, uma vez que o adubo que utiliza resíduos de café volte para a própria lavoura da cafeicultura. Uma próxima fase do centro de compostagem seria receber os resíduos orgânicos de laticínios, atividade de extrema importância na nossa região, que é uma das maiores produtoras de queijo”, frisou.
Na oportunidade, Delfim explicou ainda que tem conseguido alguns apoios, mas deixa em aberto para as empresas que queiram contribuir com essa causa.
“Precisamos da doação de 150 postes para fazer o alambrado. Uma empresa já doou cerca de 20 e estamos próximos de conseguir mais 50 com outra empresa entusiasta da causa. O próximo passo será conseguir a tela, que servirá para construção de um pequeno galpão. Toda ajuda é bem-vinda, inclusive com ideias”, finalizou

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