PREFEITO PARTICIPA DE MOBILIZAÇÃO NA ASSOCIAÇÃO MINEIRA DE MUNICÍPIOS

 

Nesta terça-feira(21/08), o prefeito de Piumhi, Adeberto José de Melo (Deco) esteve em Belo Horizonte participando de uma mobilização de várias cidades, com o objetivo de cobrar do Governo do Estado a quitação da dívida com os municípios mineiros, sobretudo os repasses para a Saúde, Educação, ICMS, IPVA, Fundeb e Assistência Social. A dívida atualizada em 16 de agosto é de R$ 8,1 bilhões.

Cerca de 500 prefeitos mineiros, além de vice-prefeitos, vereadores, secretários municipais e servidores públicos se concentraram na cidade administrativa para manifestar. A expectativa é que mais de mil pessoas participem da carreata até ao Palácio da Liberdade, em cerca de 500 veículos.

Da Cidade Administrativa, os participantes seguem em carreata, até o Palácio da Liberdade. No interior, acontecerão várias manifestações locais dos servidores públicos municipais, que estão preocupados com a dívida do Estado e com receio de ficarem sem seus salários no final do mês.

De acordo com o presidente da AMM, 1º vice-presidente da CNM e prefeito de Moema, Julvan Lacerda, a presença de todos os gestores e servidores públicos é essencial ao fortalecimento do evento. Afinal, sem recursos, não há salários para os servidores; não há serviços para a população!

“Trata-se de um movimento totalmente institucional e apartidário. Nós queremos mostrar para toda a população a real situação de crise pela qual passam os municípios e de quem é a culpa desse desastre econômico em Minas Gerais. Os prefeitos não podem ser culpados pela falta de compromisso do Estado com o municipalismo”, disse.

Na oportunidade Deco disse que apoia o movimento, tendo em vista que vivência a dificuldade dentro de Piumhi e dos demais municípios conveniados da Associação dos Municípios da Microrregião do Médio Rio Grande (AMEG), do qual é presidente.

“Sei o quanto os municípios estão se desdobrando para fazer os pagamentos em dia e cumprir com seus deveres. É uma vergonha o estado agir desta forma para com os municípios, sendo que todos os impostos tem sido pagos, mas dívidas só tendem a aumentar. É uma conta que não fecha e por isso temos que nos unir para cobrar efetivamente que as cidades e o cidadão seja respeitado”, comentou Deco.

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